sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

"BRASIL, um país para todos"

Taí uma prova de que o Brasil está investindo em educação: FERNANDINHO BEIRA-MAR fará prova do ENEM em Janeiro de 2010 juntamente com outros 41 detentos.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u665065.shtml

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Martini ou Dry Martini

Qual a diferença entre o coquetel que leva o nome Martini e o outro designado como Dry Martini?

O que quer dizer a expressão "hang ten"?

Essas são as reflexões da noite...rsrsrsrs

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Tende piedade de nós!

Um dia após postar sobre as sujeiras nas ruas as chuvas se encarregaram de tornar a vida do paulistano um caos. Ruas alagadas, trânsito caótico e já podemos até antever o que vai ocorrer à partir de Janeiro quando as chuvas são mais fortes, mais intensas e impiedosas.


Agora, advinhem os motivos inconfessáveis de tantos alagamentos?

Não, não é o excesso de chuvas para o período.

Para aqueles que disseram que a culpa é da impermeabilização do solo, parabéns! Afinal, as construções não priorizam nenhuma solução de reutilização das águas da chuva e tampouco áreas verdes que - por certo - absroveriam boa parte da água.

Mas, chamo a atenção novamente, o grande vilão é a quantidade de lixo nas ruas e a falta de limpeza urbana (incluindo de bueiros e das galerias) que pode e deve ser responsabilizada pelo inferno em que vem se tornando a vida do paulistano a cada gota que cai do céu! O Sr. Kassab deveria ser responsabilizado pessoalmente por isso.

Oportuna se faz a leitura da matéria estampada pela Folha de São Paulo cujo link segue abaixo:

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

SUJEIRA NAS RUAS

Há poucos dias o prefeito do Rio de Janeiro acusou os cariocas de serem porcos. Não sem razão! É de pasmar a quantidade de lixo nas praias do Rio jogados, é claro, por seus frequentadores. De coco verde a latas de cerveja, de papéis a plasticos, tudo é jogado na areia, ali mesmo onde o cidadão se sentará para curtir a praia.

Mas ser porco não parece um defeito do carioca.

Ouso dizer que o brasileiro - do pobre ao rico, do letrado ao iletrado - é desprovido de senso de asseio público ou, para usar o populesco, é porco!

Tomo por exemplo as ruas de São Paulo. Uma megalópole frequentada por todo tipo de gente, pessoas do mundo inteiro e, obviamente, do Brasil todo.

Temos aqui o único restaurante na américa latina que figura entre os 50 melhores do mundo. Temos o maior tráfego de helicópteros da América Latina e o segundo maior do mundo. Temos o maior orçamento da União. E temos, também, tanto lixo nas ruas que o filme CEGUEIRA nem precisaria usar de lixo cenográfico em suas filmagens se viesse hoje rodar em São Paulo.

É de pasmar que as pessoas - de todo nível social e econômico - não se peje de jogar lixo na rua. De bitucas de cigarros e chicletes a caixas de papelão e sofás, passando por toda sorte refugos menores, as ruas de São Paulo viraram um lixão a céu aberto.

Claro que somado ao comportamento de porco assumido pelos cidadãos a municipalidade participa com limpeza deficitária das ruas, das praças, bueiros e galerias.

O resultado é aquele que há anos assistimos: chove e a cidade tem alagamentos, sujeiras e a vida do paulistano fica impraticável.

Dá vergonha!

sábado, 5 de dezembro de 2009

Sensação de Cinza

Se você vive em São Paulo, ou em qualquer grande centro urbano, entende, ou ao menos está acostumado com este tipo de imagem. Muitos discutem o tema enquanto as montadoras fabricam mais veículos, as concessionárias vendem, os ambientalistas brigam por menos emissões, o Brasil acha mais petroleo, e os governantes se reunem em Copenhague. Mas a intenção aqui não é tratar de meio ambiente, mas quero levantar uma bandeira por uma cidade menos black and white, e mais colorida. Acredite, nesta foto temos 100 carros, destes 92 são pretos, cinzas ou brancos. ou seja somente 8 tem cores! Por que preto e branco? O que temos contra os vermelhos, amarelhos, verdes, azuis, laranjas, rosas etc? Pelas cores vivas nos nossos carros, por uma São Paulo mais viva e menos cinza!

A propósito, meu carro ainda é cinza. : ( Quero um vermelho)

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

E a culpa é dos jovens?

Vez por outra ouço pessoas bradando em alto e bom som contra os comportamentos dos "jovens de hoje". Culpam as mazelas do dia a dia pelo mal comportamento desses jovens (seja lá quem são eles) que "perderam os limites", não estão mais sintonizados com os "valores e princípios" do passado, não respeitam os mais velhos e etc...

Muito bem, quanto mais eu olho para o mundo menos culpa eu posso ver "nos jovens de hoje". Seus valores e seus princípios são aqueles plantados pelos jovens de "ontem" e que são os velhos de hoje.

Os jovens são educados e influenciados pelos mais velhos. Desde os exemplos que têm em casa até a educação escolar, são os mais velhos que educam e influenciam os jovens. E os dirigentes das instituições privadas e públicas? Não são jovens no comando! Os políticos e governantes não são jovens, como não são jovens os juízes, os delegados, os médicos, os professores, os jornalistas, os diretores de TV, os banqueiros, os produtores musicais e todos aqueles responsáveis por construir nossa sociedade.

Claro que quando me refiro a jovens estou usando da idéia plantada no senso comum de que jovem é aquela pessoa que está inserida na adolescência e no início da fase adulta. Aquela mesma faixa etária identificada pelo IBGE como sendo dos 15 aos 24 anos de idade.

A culpa por um Brasil conturbado, como está o nosso, jamais poderia ser atribuída ao jovem que, de uns tempos para cá, vem se tornando minoria. O país envelhece num ritmo curioso: decresce cada vez mais a taxa de natalidade, aumenta a taxa de mortalidade entre jovens e cada vez mais cresce a expectativa de vida entre os mais velhos.

Acredita-se que nesse ritmo o Brasil terá em 2050, de sua população total, 13,15%  de jovens contra e 22,71% da população mais velha, sendo que a média etária da população será em torno de 46,50 anos.

Ainda há tempo para que gente da minha geração (tenho 40 anos) se concientize de que nós seremos os velhos do futuro e temos o dever de dar o exemplo para os jovens de hoje e de amanhã seguirem. Somos nós que formamos os vindouros e somos nós os responsáveis por um amanhã melhor. Os jovens do amanhã serão fruto de nossa consciência diante da vida, serão apenas o resultado daquilo que plantarmos, como os jovens de hoje são o resultado do que plantaram anteriormente.

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Schadenfreude


A palavra "Schadenfreude" é um termo germânico, sem tradução em português, cunhado para designar a sensação mórbida de felicidade e satisfação que algumas pessoas têm quando se deparam com o infortúnio alheio.

Nem todo mundo admite esse sentimento, mesmo porque é muitas vezes baixo, mesquinho ou até mesmo cruel, mas é comum sentirmos prazer com a desgraça de alguém. Esse sentimento inconfessável e até mesmo politicamente incorreto parece ter sido identificado recentemente por neurocientistas numa região bem delimitada do cérebro: quando se tem tal sensação há muita atividade neurológica naquela dada região.

Pois bem, a minha deve estar numa atividade intensa: numa semana morre Celso Pita, noutra semana Paulo Maluf e outros são condenados por desvio de verbas públicas na construção do Túnel Ayrton Senna e agora explode o escândalo dos mensaleiros de Brasília em que o próprio Governador do DF, José Roberto Arruda, foi flagrado recebendo dinheiro sujo e pode ser expulso de seu partido e cassado de seu cargo.

Fico mesmo satisfeito ao ver essa gente se dando mal.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

REPENSAR E REDUZIR

Hoje li que a DDB de Berlim instalou um programa, em todos os computadores da empresa, que visa diminuir o número de impressões de emails. Cada vez que alguém clica em imprimir a seta do mouse vira uma motosserra, com barulho e tudo. Se mesmo assim o usuário confirmar a impressão o som passa a ser de uma árvore sendo derrubada, mas caso desista de imprimir, os passarinhos cantam. Disseram que depois de 3 meses, a empresa reduziu em 12% o consumo de papel.

Imaginem se tivessemos a mesma oportunidade de repensar antes de gerar desperdício, estes 12% poderia significar muito. Imagine se ao ligar o carro pudessemos ver o quanto estamos contribuindo para a emissão de gases, ou se ao descartamos material reciclável em lixo comum enxergássemos o que é possível ser feito com estes materiais e que pessoas vivem deles, ou se ao jogarmos uma simples bituca (ou guimba) na rua pudessemos acompanhar o caminho e o destino final dela. Com certeza nesses poucos segundos muitos destas práticas poderiam ser mudadas.

Tenho esperança de que muito vai mudar, e que atos como este da DDB, talvez visto como uma brincadeira por alguns, possam contribuir para que novas idéias contribuam para mudanças de hábitos importantes para o planeta.

Esta música de Michael Jackson não virou hit, talvez porque haviam temas mais importantes para o país dos idealizadores na ocasião, temas que vendiam mais e não davam margem a culpas. Quero crer que o país deste afrodescendentenegrobranco hoje está caminhando para mudanças ... já é um grande passo.



quarta-feira, 11 de novembro de 2009

RODÍZIO UM DIA APÓS O BLECAUTE: sim ou não?

Hoje o Roberto saiu de casa sabendo que o rodízio foi suspenso pela manhã, sabia - ou melhor - pensava ele que estaria tudo bem na volta, afinal tinha compromissos em Aldeia da Serra ás 18hs.

Muito bem poder sair de casa. Curioso é não poder voltar e nem cumprir seu compromisso no horário pensado.

Puta que pariu, que merda de cidade é essa? Não podemos nem sequer confiar em nossos governantes porque estes se esquecem de que quem saiu de carro pela manhã precisa do mesmo carro para voltar. Ou são uns burros ou não estão nem aí para a população.

O Roberto é que tem razão: é mais uma forma espúria de arrecadar multa porque se o cidadão não está atento para essa mudança da regra do jogo ele, por certo, será multado e vai pagar, mais uma vez, sem ter culpa.