terça-feira, 8 de maio de 2012

Por um mundo melhor

Hoje o UOL noticiou que a cearense Luma Andrade será a primeira travesti do Brasil a apresentar uma tese de doutorado, segundo informa a ABGLT (Associação Brasileiras de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transexuais e Transgêneros). Graduada em ciências naturais pela Uece (Universidade Estadual do Ceará) e com mestrado na área do desenvolvimento do meio ambiente pela Uern (Universidade Federal do Rio Grande), agora, aos 35 anos, ela é doutoranda em educação pela UFC (Universidade Federal do Ceará).

Para obter o título de doutora, ela se inspirou na própria realidade e produziu um estudo baseado no acesso das travestis (homossexuais que se vestem como mulheres) cearenses à educação. “Pude constatar que está havendo um aumento do acesso e também da procura pela escola, mas ainda há resistências como a discriminação, bullyng e a marginalização”, afirmou ela.

Resistência, aliás, é uma palavra ou até mesmo um sentimento muito conhecido por Luma. “Desde os oito anos de idade que convivo com isso. Já cheguei a apanhar na escola e ouvir da professora que era bem feito”, contou.

Mesmo assim, ela disse que focou a atenção para os estudos e usou sua aptidão para as ciências exatas como uma aliada na conquista de amigos e de respeito dos colegas. “Eu sabia matemática e fiz com que isso me ajudasse. Passei a dar aulas para os colegas e eles passaram a ser meus amigos”, disse.

Em casa ela usou a mesma estratégia de focar a atenção para os estudos, na hora de responder os questionamentos dos pais, dois agricultores analfabetos que não a discriminavam, mas sempre perguntavam por uma namorada, principalmente no período da adolescência.

Já adulta, chegou a ir, nos primeiros dias, para o campus da Universidade Federal do Ceará, no município de Limoeiro do Norte, onde concluiu a graduação, vestida com roupas masculinas para evitar situações de preconceito e constrangimento, mas a estratégia não deu certo. No primeiro dia de aula, ela conta que foi uma chacota geral, mas, depois que resolveu usar roupas femininas, as pessoas a conheceram melhor e ela começou a ser aceita. “De início foi uma decepção, pois achava que na universidade as pessoas eram mais maduras”, disse.

Depois de formada, Luma recebeu o convite de um ex-professor da faculdade para dar aula em uma escola, mas o que parecia ser uma grande oportunidade, na verdade foi um grande teste.

“Era terrível, os dirigentes e outros professores ficavam atrás das portas assistindo à minha aula. Os alunos também ficavam rindo e muitos gritavam: gay, viado (sic), dentre outros palavrões. No fundo, eles achavam que a minha aula (de ciências naturais) ia ser uma palhaçada, mas sempre no primeiro dia, eu contava a minha história de vida e ganhava fãs e aliados. Eles também são pobres, nordestinos e sonham com dias melhores. “Além disso, sempre mantive postura, seriedade para lecionar, o que foi fundamental para adquirir o respeito de alunos e colegas”, completa.

Essa realidade chama a atenção para a diferença entre teoria e prática cristã: num país em que a maior parte das pessoas se diz cristã, seria de imaginar que a tolerância fosse a regra! 

Mas tolerância e cristianismo ou, quem sabe, tolerância e religião não combinam.

Cristãos se baseiam na bíblia para seguir sua vida e deveriam ter na figura e nas atitudes de Jesus os guias para serem melhores pessoas.

Não jogar a primeira pedra e deixar o julgamento da conduta alheia para deus, respeitar o próximo e a lei dos homens, premissas biblicas bem claras, parece que são posturas desconhecidas quando o assunto é tolerância.

Fico feliz porque alguns travestis conseguem romper com o perverso ciclo queos leva  à prostituição. Isso serve de exmplo para todos nós que buscamos um grupo social mais livre e solidário.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Netinho e o pedágio urbano



Notem que nesse vídeo o grande político diz só o que há de ruim para se falar dele é o episódio da agressão à ex mulher e se não falassem disso não haveria mais nada a se falar senão falar bem...

Claro que ele esquece do escândalo de má gestão do dinheiro público no episódio do aluguel de seus computadores, impressoras e telão que custou muuuiiiitooo mais do que a compra de equipamentos supra sumo. Claro que ele se esquece do episódio de agressão ao Vesgo. Se esquece de que se declarou pobre para ter isenção de custas. O Netinho, pobre???? Como assim????  E os verdadeiros pobres???? Esse cara é mais um legítimo representante daquilo que devemos afastar da política.

terça-feira, 24 de abril de 2012

Recado de uma mulher para um homem!


Parceria Publico Privada que funciona

O crime organizado criou um novo bico para os PMs de São Paulo: o de consultores de risco de ladrões. Nessa função, policiais fazem o papel de olheiros de quadrilhas especializadas em arrastões em condomínios e roubos de caixas eletrônicos. Usam o acesso aos equipamentos de rádio da PM para avisar os bandidos, por celular, quando algum policial fora do esquema se aproxima do prédio ou do banco durante a ação dos criminosos.

Neste ano, duas investigações já flagraram a participação de três policiais militares acusados de dar cobertura a ladrões durante os assaltos, mas existe a suspeita de que outros também estejam envolvidos. No ano passado, 20 PMs foram detidos por colaborar com quadrilhas que furtavam caixas eletrônicos - apenas dez continuam presos.

terça-feira, 17 de abril de 2012

Post mortem

Dá para ter uma idéia de  para onde estamos seguindo com a tecnologia do entretenimento????

O rapper abaixo está mortinho da silva há tempos e agora, vejam só, anda por aí fazendo shows...

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Em terra de FIAT quem tem um HYUNDAI é rei

Há mais de 20 anos ocorria uma grande transformação na área automobilística.

Empresas japonesas introduziam no mercado ocidental conceitos de construção, segurança, tecnologia e design que mudaram a cara dos carros no mundo todo.

Até os carros alemães e ingleses que sempre foram sinônimo de qualidade passaram a valorizar mais o design e a tecnologia passando, inclusive, a oferecer mais conforto.



O Brasil, que só tinha carroças, abriu seu mercado para os carros importados nos anos 90, época da revolução imposta pelas industrias automobilísticas japonesas, e recebeu todo o lixo que o mercado internacional tinha disponível: desde LADAs até Citröens pavorosos...

Mas também se beneficiou desse avanço e hoje quem tem dinheiro no bolso pode comprar carros mais elegantes e mais sofisticados em todos os níveis.

E quem não tem? Continua a usar as velhas carroças...

Nesses mais de 20 anos muito coisa por aqui evoluiu, menos os carros nacionais.

Ainda são carroças, ainda são líderes de venda a FIAT e a VOLKSWAGEN com sua gama ridícula de veículos bons disponíveis para o consumidor brasileiro que paga caro por eles.





Há pouco tempo vemos nova revolução no mercado automobilístico vinda do oriente. Dessa vez a Coréia faz as vezes de campeã: novamente assistimos uma onda de inovação emplacada pela Hyundai e pela Kia.

Seus carros tornam-se em todo o mundo sinônimo de beleza, tecnologia, inovação e confiabilidade.

A expressividade dessas marcas é tão grande que chegaram a mudar o panorama de carros top de gama como Audi, BMW e Mercedes (basta ver a inovação inspirada nessas marcas coreanas que essas marcas alemãs passarão a integrar em seus carros de base nas linhas 2013)

Aqui no Brasil jamais vimos isso nos carros nacionais e os coreanos, importados, chegam a pereços muito competitivos.

Alguém que leia este texto poderá dizer que a assistência técnica das coreanas deixa a desejar...mas a pergunta é: e qual não deixa????