"É possível ter prazer anal"
A palavra "flush", em inglês, tem diversos significados: rubor, descarga de aparelho sanitário, acesso de febre ou de calor, dentre outros. Aqui pretendo tratar de assuntos que fazem ruborizar alguns ou que causam calor a outros mas que, definitivamente, não são reflexões que pretendo jogar descarga abaixo.
sexta-feira, 29 de julho de 2011
quinta-feira, 28 de julho de 2011
Tupi or not tupi
"Quem espera sempre alcança", assim dizia minha avó.
"Quem sabe faz a hora, não espera acontecer", é o refrão da música "Para não dizer que não falei das flores".
Duas posições diferentes de vida, duas formas diferentes de se encontrar no mundo.
Por vezes eu me pergunto: por que será que não somos mais xavantes e menos tupiniquins?
"Quem sabe faz a hora, não espera acontecer", é o refrão da música "Para não dizer que não falei das flores".
Duas posições diferentes de vida, duas formas diferentes de se encontrar no mundo.
Por vezes eu me pergunto: por que será que não somos mais xavantes e menos tupiniquins?
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Desfaçatez
Vivemos uma época estranha mas providencial. Tudo leva a crer que ninguém mais disfarça nada. É a época da desfaçatez.
Experimente lançar o olhar sobre a questão da violência, por exemplo. Eu, que nasci e me criei na periferia de São Paulo onde hoje é apenas um suburbio porque a periferia já está mais distante, me incomodo com o conformismo da população em geral diante da violência. Se antes os agressores eram batedores de carteira, trombadinhas e ladrões de bicicleta usando, quando muito, canivete ou faca, hoje a coisa mudou. Se antes havia "ética" na bandidagem deixando a violência armada para confrontos entre ladrões de banco e a polícia, hoje o buraco é mais embaixo. Se antes os ladrões eram perseguidos pelas vítimas e por vizinhos, hoje a covardia e o comodismo imperam. De um lado nenhum bandido se peja em usar arma, em roubar trabalhadores e em matar a troco de nada. De outro lado a população já não quer mais saber e deixa a coisa correr frouxa....pura desfaçatez de mabos os lados. Ninguém mais se envergonha de nada!
E a corrupção política, então??? Desfaçatez já nem é palavra apropriada para descrever a postura dos políticos diante do lido com a coisa pública e dos eleitores diante da nomeação de seus representantes.
Mas o que me causa espanto é o lido das pessoas umas com as outras. Para onde vcoê olhar verá umas pessoas tratando outras sem o devido respeito, seja na rua, seja no trabalho, seja nas relações íntimas.
Ninguém mais tem pudores. Dão toda sorte de escusas para justificar seu escancarado descaso e desfaçatez no lido com o próximo. Desde horários não cumpridos, compromissos desrespeitados, ligações não retornadas, recados não deixados, obrigações desrespeitadas e deveres violados. Ninguém está nem aí pro circo...ligaram o "foda-se!"
E a internet tem parcela garnde de responsabilidade nisso: escondidos pela rede os seres humanos expõem seus namorados e namoradas ao ridículo postando vídeos íntimos para o mundo ver; xenófobos pregam abertamente contra gays, negros e nordestinos; terroristas usam a rede social para avisar as atrocidades que farão; políticos postam suas façanhas; homens e mulheres mostram sua sexualidade espontaneamente para os olhos perplexos dos mais conservadores que, aliás, também saciam suas perversões não declaradas protegidos pelo anonimato do pc no quarto escuro.
É essa mesma internet que por meio de correios eletrônicos e redes sociais permite que as pessoas não olhem uns nos olhos dos outros ao ofenderem e mentirem.
Também é essa internet que permite que post experiências "on line"como a da menina que "tuitou" o racha do qual participava antes de sofrer uma cidente que a levou à morte.
E as autoridades? E o poder público? Eternos ausentes, antes ao menos tinham a pessoalidade entre funcionários e cidadãos como uma solução que hoje nem mais existe! Dane-se o contribuinte e suas dificuldades. Ninguém mais se envergonha do serviço publico não prestar serviço algum que preste.
Na escola os professores tinham algum pudor no trato com os alunos. Educar era imperioso. Hoje, entretanto, ninguém dá a mínima se material didático é ou não feito com palavras chulas e erradas.
É essa mesma internet que por meio de correios eletrônicos e redes sociais permite que as pessoas não olhem uns nos olhos dos outros ao ofenderem e mentirem.
Também é essa internet que permite que post experiências "on line"como a da menina que "tuitou" o racha do qual participava antes de sofrer uma cidente que a levou à morte.
E as autoridades? E o poder público? Eternos ausentes, antes ao menos tinham a pessoalidade entre funcionários e cidadãos como uma solução que hoje nem mais existe! Dane-se o contribuinte e suas dificuldades. Ninguém mais se envergonha do serviço publico não prestar serviço algum que preste.
Na escola os professores tinham algum pudor no trato com os alunos. Educar era imperioso. Hoje, entretanto, ninguém dá a mínima se material didático é ou não feito com palavras chulas e erradas.
Cristãos já não dissimulam mais: querem o direito legal de serem intolerantes como já deixaram bem claro dois parlamentares cariocas.
Mulheres já não dissimulam mais: casar com homem pobre, nem pensar.
A época da desfaçatez é também elucidadora porque nos mostra quem é quem.
É uma época reveladora essa nossa. Meio triste mas reveladora.
terça-feira, 26 de julho de 2011
Fernando Pessoa
"A liberdade é a possibilidade do isolamento. Se te é impossível viver só, nasceste escravo."
"Matar o sonho é matarmo-nos. É mutilar a nossa alma. O
sonho é o que temos de realmente nosso, de impenetravelmente e
inexpugnavelmente nosso."
Bem me quer, mal me quer
Eu te amo! É uma frase ou oração?
Só quem sabe é o coração
Para dizer prescinde de paixão
Descnecessário ter tesão
Do contrário não o faria o cristão
Que prega amar o outro como irmão
Por isso está aí a revelação
Não se esqueça e preste atenção
Quem não te diz isso em nenhuma acepção
Ou acha que tal sentença é palavrão
Ou simplesmente te quer longe então.
segunda-feira, 25 de julho de 2011
27 Club
Os mais conhecidos são Janis Joplin, Jimmy Hendrix, Jim Morrisson, Brian Jones e Kurt Cobain, todos morreram também aos 27 anos de idade e tornaram-se ícones mundiais por conta de seu talento musical.
No caso da mais recente diva musical, parece estar descartada a overdose como causa mortis.
De todo modo sua morte reacende a discussão sobre as vidas ceifadas precocemente pelas drogas. No mundo inteiro pessoas morrem direta ou indiretamente por conta disso: ou morrem por overdose ou morrem pelas complicações que o abuso traz para o organismo.
Além disso há, ainda, aqueles que morrem pelas mãos dos dependentes químicos ou pelas mãos da violência do tráfico.
E vale a pena indagar: existe algum debate público sobre a melhor política para se tratar a questão das drogas? Ela deve ser vista pelo prisma dos cuidados à saúde pública ou pelo prisma da segurança pública? O que fazer para conter o avanço das dorgas ou troná-las menos perigosas?
Eu acredito que é preciso primeiro contornar a desinformação: explicar para a população a diferença entre uso e vício; explicar que as drogas mais utilizadas são as lícitas (alcool, cigarro e anfetaminas encontradas nos remédios para aemagrecer) e que exatamente por terem o uso socialmente incentivado ou tolerado são as que mais causam danos; e por aí vai.
Desmistificar é preciso...
Afinal fala-se muito das drogas ilícitas mas as mais consumidas e as portas para as ilícitas são, justamente, as lícitas com ênfase para o alcool (já notaram que todos os roqueiros mais pirados são - antes de mais nada - alcoolizados? já viram a Amy no palco sempre tomando umas biritas?)
Afinal fala-se muito das drogas ilícitas mas as mais consumidas e as portas para as ilícitas são, justamente, as lícitas com ênfase para o alcool (já notaram que todos os roqueiros mais pirados são - antes de mais nada - alcoolizados? já viram a Amy no palco sempre tomando umas biritas?)
Agora, convenhamos, será que alguém acredita possível exterminar o uso de droga, seja ela qual for?
Timothy Leary acreditava que não e eu ouso concordar com ele.
Na verdade esse senhor que morreu de câncer de próstata aos 75 anos de idade foi o gurú do LSD nos anos 60 e, segundo dizem, usava drogas atéo final de sua vida!
E como ele há outras tantas pessoas usuárias de drogas, inclusive pesadas, que estão em avançada idade, criativos e saudáveis.
Isso deve deixar de ser um drama para a sociedade e precisamos encontrar um meio de contornar os danos causados pelas drogas. receio que tenhamos um loooongo caminho a percorrer, ainda, antes de conseguirmos um avanço nesse sentido.
Arrogância
A auto-confiança em excesso somado ao orgulho gera a aquilo que conhecemos por arrogância.
Arrogante é aquela pessoa que se sente segura e orgulhosa de si, de seus conhecimentos e de seu valor, não tendo pudor de arrogar-se diante dos outros como o detentor de tais qualidades e tampouco de se fazer impor em função delas.
É o contrário da humildade. Porém não se confunde com o pedantismo.
No dia a dia é muito comum que as pessoas confundam arrogância com pedantismo, tal como ilustrado na imagem ao lado.
Pedante é a aquele que faz alarde de si, de conhecimentos ou qualidades superiores aos que efetivamente possui.
As pessoas, em geral, não suportam alguém seguro de si. Isso afeta a autoestima e a vaidade de quem o vê. No fundo as pessoas se incomodam ou por não ser tão seguro quanto o arrogante ou por ser tão arrogante quanto ele.
Quem não conhece a história de Narciso na mitologia grega? O pobre Narciso morreu por sua autoestima muito elevada, porque as damas por ele desprezadas não suportavam o fato dele sentir-se seguro demais de si mesmo e clamaram para que a deusa Nêmesis (responsável pela vingança) desse cabo do rapaz.
No fundo estamos a falar de vaidades confrontadas.
Não vejo um problema na arrogância tirante o fato de que , não raramente, o orgulho cega e ensurdece.
sexta-feira, 22 de julho de 2011
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